Minha Teogonia
Palas, ensaiada de terror Pariu Mir, deus do espelho.
Amaranta chorou e sorriu ao mesmo tempo. Perguntaram. - Eu choro de felicidade. Chora? Jogaram a verdade pelo ar, chutaram na cara dela. Amaranta olhou o espelho. - Eu choro de muita felicidade. Que feliz assim eu nunca fui. É que você não sabia. Agora chora. Sua vida antes não era nada. Chora com pena, que a joga toda fora, para cair nela novamente.
E os deuses riram macabros. Amaranta nunca mais foi...
Construiu-se um templo.
Escrito por Josef K. às 14h18
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